Privacidade
Atendimento pelo WhatsApp: o que acontece com os seus dados.
Este aviso vale para quem conversa com o atendimento do consultório pelo WhatsApp (77) 8126-4300. Ele explica quais dados são usados, para quê, com quem são compartilhados e como você pede acesso, correção ou exclusão, conforme a Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709/2018).
Quem cuida dos dados
O responsável é Rafael Duarte Kulka, médico, CRM-BA 21661, que atende em Vitória da Conquista — BA. Para qualquer assunto deste aviso, use o próprio WhatsApp do atendimento e peça para falar com a secretária.
Quem responde no começo da conversa
As primeiras mensagens são respondidas por um assistente virtual, um programa com inteligência artificial que se apresenta como tal. Ele organiza o seu pedido para a secretária. Ele não faz diagnóstico, não interpreta exame, não receita e não substitui a consulta. Quando a descrição indica urgência, ele orienta a procurar um pronto-socorro. A qualquer momento você pode pedir para falar com uma pessoa.
Quais dados são usados
- Seu nome e o número do WhatsApp.
- O conteúdo das mensagens. Áudios são transcritos em texto automaticamente; o arquivo de áudio não é guardado.
- O que você contar sobre o motivo do contato, como a queixa no pé ou tornozelo, o convênio, a cidade e como conheceu o consultório.
- Suas respostas às mensagens de confirmação e lembrete da consulta, e a nota que você der na pesquisa de satisfação.
O que você conta sobre a sua saúde é dado pessoal sensível e só é usado para o seu atendimento.
Para que servem
- Responder, entender o motivo do contato e identificar sinais de urgência.
- Passar o seu pedido para a secretária organizar o agendamento.
- Confirmar e lembrar a consulta marcada.
- Perguntar, depois da consulta, como foi o atendimento.
As bases legais são o atendimento que você pediu (art. 7º, V) e a tutela da saúde por profissional de saúde (art. 11, II, f). Seus dados não são vendidos e não são usados para publicidade.
Com quem são compartilhados
Somente com serviços necessários para o atendimento funcionar, que tratam os dados em nome do consultório:
- Meta (WhatsApp Business Platform): entrega das mensagens.
- Google (Gemini): inteligência artificial que redige as respostas do assistente e organiza o pedido.
- Groq: transcrição de áudio em texto.
- Cloudflare: conexão segura entre o WhatsApp e o sistema do consultório.
- Hetzner Online: hospedagem do sistema de atendimento.
- Telegram: avisos internos para a equipe sobre pedidos novos.
Quando você vira paciente, os dados passam para o prontuário do consultório, que segue as regras próprias do sigilo médico.
Transferência para outros países
Alguns desses serviços processam dados fora do Brasil, principalmente nos Estados Unidos e na Alemanha. Essa transferência acontece porque é necessária para executar o atendimento que você pediu (art. 33, IX, da LGPD).
Por quanto tempo
As conversas ficam guardadas pelo tempo necessário para o agendamento e o acompanhamento do atendimento. Se você se tornar paciente, as informações do prontuário são mantidas pelo prazo legal de 20 anos (Lei 13.787/2018). Você pode pedir a exclusão das conversas quando quiser, exceto o que a lei obriga a guardar.
Como os dados são protegidos
O acesso é restrito à equipe do consultório, com login. As conexões são cifradas e o sistema confere a assinatura de cada mensagem recebida do WhatsApp, para recusar mensagens falsificadas.
Seus direitos
Você pode pedir, a qualquer momento e sem custo: confirmação de que usamos seus dados, acesso a eles, correção, exclusão, informação sobre com quem foram compartilhados, e deixar de receber mensagens de confirmação, lembrete e pesquisa. Basta pedir pelo WhatsApp do atendimento. Se não ficar satisfeito com a resposta, você pode reclamar à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (gov.br/anpd).
Atualizado em 13 de setembro de 2026.